RESUMÃO #SPFW43: O MELHOR DO DIA 4

27 de março de 2017 Fashion Week, Moda

A grife À La Garçonne, que teve a sua estréia na edição passada do spfw (n42), continuar firme e forte nesta temporada. Após o desligamento da marca que leva o seu nome, o estilista Alexandre Herchcovitch assumiu a direção criativa da marca, ao lado do seu marido Fábio Souza. Foi o maior sucesso em seu primeiro desfile e agora continua dando o que falar no segundo.

A moda é uma das mais importantes formas de expressão. Herchcovitch defendeu o não julgamento social e a liberdade de poder escolher o que queremos ser/vestir. Na passarela, um mix de boxe, punk metaleiro, militarismo e um pouco de romance e até um toque de sadomasoquismo (na melhor versão Christian Grey) representados por celas de cavalos entre as camadas de roupas.

Alexandrine! Este é um desfile especial para nós, pois temos um conterrâneo recifense à frente da direção criativa: o Dinho Batista, que é (ou já foi) assessor das modelos mais tops e recebeu no ano passado o convite da empresária Alexandra Fructuoso para assinar esta coleção. Como já é de se imaginar, temos sim um super casting com as tops: Emanuela de Paula, Fernanda Tavares, Carol Ribeiro, Cintia Dicker, Michelle Alves e, de quebra, ainda teve Isabeli Fontana na fila A (isto porque foi exclusiva para o desfile de Fabiana Milazzo).

A coleção teve como destaque as fitas de Cetim e Gorgorão entrelaçadas combinadas à transparências, trazendo um efeito super cool para uma moda festa contemporânea.

Tou super in love pelo desfile de Juliana Jabour! Ela sempre arrasa quando o assunto é moda de rua (street) e, desta vez, se inspitou no tema Motocross para desenvolver a nova coleção. Teve de tudo e o que mais gostei foi o hi-low: ela misturou renda com esporte, sleep dress sobreposto com moletom, babados, couro, listras e grafismos (na diagonal, que remete o movimento de velocidade) e até pochetes!

Eis o desfile mais polêmico da temporada: Amir Slama com os seus anos 80. Inspirado no show “Saudades do Brasil” de Elis Regina, ele trouxe às passarelas muito brilho, explosão de cores e modelagens bem peculiares que dividiram opiniões.

A antiga Tigresse agora é TIG. A marca mudou de nome para um reposicionamento e a ideia é atrair um publico mais jovem e fashionista. E arrasou em sua estréia, ein? Na passarela, vimos muito volume, transparências, babados, aplicações, brilho em geral, sobreposições, etc.

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