Resumão #SPFW: Day 1

15 de março de 2017 Fashion Week, Moda

Vir para o #SPFW e não fazer pelo menos um resumão dos desfiles é quase impossível, afinal estar aqui dentro vivendo tudo isso é muito intenso e a cada desfile que participo, me encanto ainda mais com todos os detalhes. Só que vem sabe o quanto é contagiante e como a gente tem vontade de dividir com vocês esse sentimento.

Para ser mais descontraído e direto, resolvi fazer um resumão das coisas mais importantes de cada dia. Vamos lá para o primeiro

Uma novidade desta edição 43 é o chamado “see now buy now”, ou seja, “veja agora e compre agora”. Hoje as marcas hoje não se limitam tanto às estações do ano. Nas duas últimas temporadas algumas marcas já tinham se adequado a idéia, mas desta vez todas elas estão dentro. O legal disto é que aquelas roupas que estão sendo desfiladas chegarão imediatamente nas lojas após (ou durante) os desfiles para a gente comprar.

A Animale abriu a semana de moda. Nela, o estilista responsável Vitorino Campos apresentou uma coleção inspirada na Itália. Mas uma Itália bem moderna com recortes geométricos, mas sem deixar a sua linha sexy de lado. Nos looks, muito couro, transparência, texturas, babados, algumas estampas, mas quem dominou mesmo foi o P&B.

Mais tarde, na Pinacoteca, rolou o desfile da UMA. Na passarela, muitos looks minimalistas na pegada dos anos 90. Com shapes descontraídos e cores clássicas como preto, branco, vermelho e um toque de mostarda e cinza mescla, a marca deixou as fashionistas babando de desejo.

Lilly Sarti foi uma das minhas preferidas e o porquê vocês já sabem, neh? Rolou muito preto, como já imaginávamos, mas em contraste a isto, muitos tons terrosos como bordô, marrom, pink, e salmão para balançar o meu coração girlie. Em relação ao tecidos, estão entre eles: o couro, veludo, pelúcia, tricô e até jeans, misturados com muita elegância.

Oskar Metsavaht se inspirou no filme brasileiro Soundtrack, gravado na Islândia, com participação de Selton Mello e Seu Jorge (ambos presentes no desfile) e as ideias vieram das paisagens, cores e referências da região, o que nos lembra o início da marca, que nasceu nos anos 80 após Oskar criar um casaco utilitário para usar com os amigos em uma viagem para os Andes. Este casaco e outros clássicos da Osklen também foram resgatados e remodelados para as tendências desta estação, como os casacões de gola alta e os “vestidos paraquedas”em seda.

A cartela de cores segue a paleta das paisagens nas fotografias da viagem à Islândia com tons de cinza, bege, off-white, rosa e azul clarinhos, contrastando com 3 pontos de muita cor: azul, amarelo e laranja, que representam itens essenciais para a segurança na prática de esportes na neve. {me lembrei daquelas fotos com os casacões que toooodoo mundo tem em Bariloche! Haha}

 

 

 

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